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Camisa branca, best seller do guarda-roupa feminino

A camisas branca é um clássico atemporal, e combina com tudo. A camisas branca é um clássico atemporal: ela combina com tudo.

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Camisa branca com amarrações na frente, recortes, babados ou detalhes em fita… A peça, em suas variações, é uma das apostas da Lilii. A grife investiu na camisaria branca em uma coleção cápsula, com a proposta de vestir a mulher para todo o dia, do trabalho até o happy hour.

Inspiradas na alfaiataria, a camisa branca combina perfeitamente com calças e saias de tecidos encorpados. A Lilii traz isso em sua coleção de inverno 2018, criando visuais elegantes. As composições com shorts, saias curtas ou o bom e velho jeans, ganham novo tom. E ele é despojado e casual, mostrando sua versatilidade.

A Lilly apostou na feminilidade da camisa branca, um clássico do armário masculino

Babados e o contraste do preto e branco: look moderno e descolado

A presença da renda na camisa usada com saia: elegante e chique

Amplidão (oversized) e descontração nesta proposta descolada da Lilly

Os modelos oversized ainda são apostas certeiras, além de tendência para 2018, para serem usados como chemises. Já pensando nos looks de fim de ano, a camisa branca é excelente opção. Ela tanto pode ser usada nas comemorações, quanto nos eventos corporativos. E, quem sabe, em uma proposta mais descolada, al mare.?

Camisa branca tem história

Pouca gente sabe, mas a camisa branca é de origem egípcia. Era uma vestimenta reta, costurada dos lados, com abertura somente para passar a cabeça.

Foi na época do império romano que a peça ganhou mangas, e foi denominada de túnica manicata. Esta manicata era usada com cintos. Mais à frente, durante a Idade, Média, ela passou a ser usada como “roupa de baixo”.

Com o passar dos anos a camisa foi sendo incorporada ao visual do dia a dia e virou símbolo de status. Tanto que, no século XIX, os nobres se diferenciavam dos operários em função dos seus colarinhos. Os brancos eram nobres e os azuis, operários.

O termo “colarinho branco” primeiro foi usado por Upton Sinclair nas relações modernas clericais, administrativas e de supervisão de trabalhadores em 1930. Durante a maior parte do século XIX e século XX, os trabalhadores masculinos nos continentes América e Europa eram quase sempre vistos utilizando vestimentas com colarinho de cor branca.

Daí vem a expressão “crime do colarinho branco” para delitos cometidos por alguém de uma classe privilegiada.

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