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O que Al Capone tem a ver com o Brasil?

Nada mais oportuno: ícone da criminologia mundial, Al Capone é tema da exposição fotográfica na sede da Associação Paulista de Medicina (APM).

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Com apoio do Instituto Internacional de Estudos de Política Judiciária (Interpoj), coordenação do diretor cultural da APM, Guido Arturo Palomba, psiquiatra forense e, também, de Ricardo Cardozo de Mello Tucunduva, desembargador, a mostra conta com  23 imagens do lendário Al Capone, relatando a história do gângster por meio de imagens com a família, e com membros de sua gangue, vindas diretamente de Angri, uma comuna da Itália.

A exposição conta com 23 imagens de Al Capone, que morreu, vítima de um AVC,  em 1947

“Capone foi um gângster que deu grande notoriedade à máfia e tornou esse termo um adjetivo da língua portuguesa, usado amplamente para caracterizar um grupo com atuação ilícita, oculta e dentro de uma ordem: máfia da Ceagesp, máfia da Petrobras, máfia da indústria farmacêutica etc. Esta exposição é um privilégio concedido à APM pelo Interpoj, que cedeu a interessante mostra fotográfica”, comenta Palomba.

Nascido em 1899 no bairro do Brooklyn, em Nova Iorque, Estados Unidos, Alphonse Gabriel Capone viveu sua infância e adolescência participando de quadrilhas juvenis e trabalhando para famosos gângsteres italianos, como Frank Yale. Reconhecido por chefiar um grupo de criminosos que agiam com contrabando e venda de bebidas durante a Lei Seca, entre as décadas de 1920 e 1930, além de controlar informantes, casas de jogos, bordéis, bancas de apostas e clubes noturnos, Al Capone foi nomeado o homem mais importante do ano de 1929, ao lado de Albert Einstein e Mahatma Gandhi.

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     Al Capone em 1930. O famoso gângester inspirou o termo mafioso, muito usado no Brasil

Oito anos após ser condenado, em 1931, pela justiça americana, a 11 anos de prisão, em Alcatraz, sem condicional por sonegação de impostos, teve a pena revisada por apresentar graves distúrbios mentais ocasionados pela sífilis, que o caracterizavam como incapaz de articular novos crimes. Ele morreu em 1947, vítima de um acidente vascular cerebral hemorrágico. A exposição é voltada para toda a população e a entrada é franca.

APM / Exposição Fotográfica Al Capone
Data: de 10 de outubro a 24 de novembro
Horário: de segunda a sexta-feira, das 10 às 20 horas
Local: Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 278 – Bela Vista – São Paulo, SP
informações: 3188-4304 / 4305
Realização: Associação Paulista de Medicina
Apoio: Instituto Internacional de Estudos de Política Judiciária (Interpoj)

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