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Riqueza e tradição culinária

Livro promete agradar a profissionais, curiosos e amantes da boa e saudável mesa.

O Sabor da Arte, obra que traz um panorama de cultura alimentar do Brasil, França, Itália, Índia e Japão, vem com 50 receitas saudáveis de cinco dos mais importantes chefs em atuação no país.

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Cinco tradições culinárias, cinco chefs e 50 receitas inspiradoras. Essa é a proposta da obra O Sabor da Arte. Com textos do jornalista gastronômico Xavier Bartaburu e fotos de Romulo Fialdini, a obra analisa as relações entre cultura e alimentação dos cinco países reconhecidos como os de culinária mais saudável do mundo, Brasil, França, Itália, Índia e Japão. Ao final, traz, ainda, um glossário com ingredientes identificados por médicos e nutricionistas como “superalimentos”, ricos em antioxidantes e fitonutrientes essenciais ao bom funcionamento do organismo, com verbetes que vão de “abóbora” a “tubérculos e raízes”.

 

A obra reúne vários experts em culinária  nacional e internacional

Assim, a chef Morena Leite (dos restaurantes Capim Santo e Santinho) dedica-se à culinária brasileira; Tatiana Cardoso (do premiado Moinho de Pedra) assina as receitas da culinária italiana; Danielle Dahoui (do charmoso Ruella), a culinária francesa; Madhava Lila (do pioneiro Gopala) ensina receitas da tradição indiana e Shinya Koike (dos restaurantes Aizomê e Sakagura A1), as japonesas.

“Japão, França e Itália têm a população mais longeva do mundo. A Índia, por sua vez, desenvolveu, há quatro mil anos, um sistema de cura baseado na alimentação. Quanto ao Brasil, a ideia foi revelar o quanto a nossa dieta tradicional é equilibrada do ponto de vista nutricional”, explica o autor Xavier Bartaburu.

 

Kazue Kodama, Robert Wasilewski e Xavier Bartaburo no lançamento do livro

Com produção executiva e organização de Kazue Kodama, o projeto levou um ano para ficar pronto. De caráter sociocultural e educacional, O Sabor da Arte teve 70% de sua tiragem doada à ADJ Diabetes Brasil,  organização sem fins lucrativos que, há 36 anos, promove educação para pessoas com diabetes, familiares, profissionais de saúde e comunidade.

 

 

“A ideia é trazer um pouco da cultura gastronômica desses lugares, mostrar por que seus habitantes se tornaram um exemplo de vida saudável entre os povos do planeta e inspirar escolhas saudáveis no dia a dia das pessoas”, explica Kazue Kodama, idealizadora do projeto, que teve o apoio do ProAC (Programa de Ação Cultural) e o patrocínio da Cabot (líder global em materiais de desempenho e produtos químicos especiais), Lord (fabricante de adesivos estruturais e coatings de alto desem­penho) e Freudenberg-Nok (grupo de tecnologia global), empresas comprometidas com ações de responsabilidade social, sustentabilidade, saúde e bem-estar de seus colaboradores, clientes, comunidade e parceiros.

Diante desse painel cultural e fotos que evidenciam o lado artístico dos pratos, a obra mostra que a saúde pode estar à distância de uma mordida. Unindo textos, fotos e receitas inspiradoras, O Sabor da Arte mostra como comer é, além de saúde, uma forma de prazer.

 A obra

Diga-me o que comes, que te direi quem és. O ditado não deixa dúvidas: seu prato reflete seu estilo de vida e a quantas anda a sua saúde. O poder natural dos alimentos foi intuído pelos povos antigos há milênios. Se hoje a cura se dá, prioritariamente, por meio de medicamentos sintéticos, na medicina chinesa e indiana a alimentação continua determinando os protocolos medicinais. Segundo estudos, já foram identificados, até agora, mais de 1200 fitonutrientes, ou substâncias bioativas nos ve­getais, além de 50 vitaminas, aminoácidos e minerais que a natureza, sabiamente, embutiu na nossa comida. Ingredientes dotados de importante ação antioxidante, fundamental para combater os radicais livres que levam ao envelhecimento e à doença.

Quem é Xavier Bartaburo

Editor-executivo da Revista Terra por sete anos, Bartaburu tem 15 livros publicados, coordena o site Viagem na Natureza, voltado para ecoturismo no Brasil, e integra a banda Nhambuzim, onde atua como compositor, pianista e diretor musical. Apesar da forte veia artística, ele garante. “Não consigo me livrar do jornalismo, mesmo sendo músico”.

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