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SAMIRA SAN

Marca e nome da estilista se misturam com ótimos resultados.

Sucesso na passarela do Vitória Moda 2017, conversei com a estilista Samira Menezes sobre o desempenho de sua marca, Samira San, e sobre seus planos para o futuro, o que inclui o retorno à passarela do evento em 2018.

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Muitos a chamam de Samira San. Tanto que Samira Valessa Pio de Menezes, empresária de moda mineira, nascida em Ponte Nova, já incorporou essa “identidade” à sua persona. Na verdade, o Samira San nasceu da junção de seu primeiro nome ao da abreviatura de Sanderson, nome de seu marido e sócio.

A estilista com o marido e sócio, Sanderson Durval: planos de crescimento e desfile em 2018

Samira atua no mercado de moda – onde começou como representante de roupas e calçados – há 16 anos. Atualmente, ela e o marido comandam duas lojas – ambas em Vila Velha – dedicadas ao público feminino, além de uma fábrica que produz, mensalmente, cerca de três mil peças. Samira San é comercializada no Espírito Santo, na Bahia, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais.

Mãe de dois filhos, 39 anos, Samira se define como uma pessoa feliz. Diz que aceita mudanças com facilidade, é persistente e gosta de desafios.

Para ela, moda é sinônimo de realização profissional, um sonho que vem realizando aos poucos. Porque, o que a empresária gosta mesmo de fazer, é dedicar-se à área de criação.

Conversei com Samira sobre sua estreia no Vitória Moda, suas referências profissionais e os projetos da marca para 2018. Confira.

De onde você extrai a inspiração para suas coleções?

De viagens cotidianas, e da busca e identificação dos desejos da consumidora.

Algum estilista, em especial, com quem se identifica?

Patrícia Bonaldi, porque ela é uma empreendedora talentosa. Começou com uma marca pequena e cresceu. Também gosto muito de Martha Medeiros, que explora o artesanal com muita habilidade. Ambas são mulheres admiráveis.

Como é a sua rotina de trabalho?

Chego bem cedo na empresa e fico no processo de criação. Mas também interajo com todos os setores da fábrica, como corte, arremate, costura e vendas.

Como foi participar da décima edição do Vitória Moda?

Foi ótimo, porque trouxe uma grande visibilidade para minha marca. Consegui desenvolver meu lado mais conceitual, e, o melhor, obtive um bom retorno comercial.

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Se tivesse que repetir a experiência, que erros evitaria?

Na verdade, não ocorreram erros, mas o tempo curto para produzir a coleção, a pressão por conta do desfile, enfim, toda aquela tensão pré-evento causaram uma certa insegurança. Mas, felizmente, conseguimos fazer tudo dentro do previsto, e eu gostei do resultado.

Pretende participar da próxima edição do evento?

Sim. Samira San vai voltar mais experiente e segura, porque aprendemos com nossa estreia nesta edição. Mas, em 2018, enfrentaremos o desafio de sermos ainda melhores do que em 2017.

Como você se vê – e à sua marca – daqui a cinco anos?

Com mais visibilidade, ganhando cada vez mais o mercado e sendo objeto de desejo da consumidora.

O que falta realizar profissionalmente?

Abrir uma loja Samira San em Vitória, entrar no ramo de franquias, enfim, estabilidade financeira para concretizar tudo isso.

Se tivesse que recomeçar, de que ponto partiria?

A partir do momento em que conheci mais e melhor o mercado, porque, no passado, a falta de planejamento nos custou algumas perdas lamentáveis.

Se tivesse que escolher uma outra profissão, qual seria?

Arquiteta. É uma profissão que trabalha com o belo, com planejamento e design

Qual é a receita de Samira San para driblar a crise?

Fé em Deus, criatividade e resistência.

Quais são as suas expectativas para 2018?

Acho que é a de todos os brasileiros: a melhoria da economia.

 

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