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Transar na água: fetiche que exige cuidados

Transar usando as melhores posições, o preservativo adequado e temores

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Transar na piscina, na banheira, no banho do chuveiro ou até mesmo na praia é um fetiche oculto de muitas pessoas. Mas, por conta de dúvidas e temores, essa prática prazerosa acaba não sendo exercitada tanto quanto deveria.

A afirmação é da sexóloga do aplicativo de sexo casual C-date, Carla Ceccarelo. Segundo ela, ainda que possa ser realizada de forma a gerar muito tesão para quem  pratica, sexo na água merece alguns cuidados e atenção.

Transar sempre com preservativo

Assim como em qualquer relação sexual, transar na água exige o uso do preservativo. Segundo a especialista, é recomendado o uso de um preservativo específico, o de silicone. “Claro que o preservativo comum não vai dar certo. Ele vai ficar seco, não vai ajudar a deslizar”, explica Carla. 

Ela ressalta que é importante usar preservativos de silicone que não saem do pênis e também porque não ficam muito secos. “Dá para fazer a penetração tranquilamente”, destaca a sexóloga.

As queixas das mulheres, geralmente, giram em torno da lubrificação vaginal. Elas acham que a região fica seca, nesse tipo de transa. A solução, diz a sexóloga do C-date, é a utilização de géis lubrificantes com base de silicone. A lubrificação é importante para ambos já que, na hora de transar, facilita a penetração e não machuca a vagina ou o pênis. “O prazer deve ser absoluto e sem ferimentos”, diz Carla.

Cuidados essenciais
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Ainda sobre a questão do preservativo, um alerta é importante. Após a ejaculação, o pênis tende a ficar mole e há o risco de ele sair. A sexóloga informa que é necessário que o casal disposto a apostar nesse tipo de transa tenha controle imediato da situação.

 “É para que o esperma não fique, por exemplo, nadando na água, por que a gente não sabe o que pode acontecer”, ressalta a especialista. Apesar de ser uma situação raríssima, a mulher pode vir a ficar grávida por conta do esperma na água.

Carla assegura que é muito difícil disso acontecer, mas alega que a situação acaba sendo propícia. “Com a vagina ainda lubrificada, no meio líquido que é a água, o espermatozóide pode continuar nadando. O melhor é garantir que, ao tirar esse preservativo, se dê o nozinho nele, e acabou”, observa.

Outro cuidado que deve ser tomado por quem costuma transar na água é contra as DST’s. Mesmo que o ato sexual seja feito na água, é um grande erro acreditar que ela vai “limpar” a região, protegendo o casal.

Higiene em primeiro lugar

A sexóloga salienta atenção redobrada em caso de banheiras de motel, hotel ou de locais desconhecidos. Para ela, a primeira coisa que tem de ser feita é escaldar bem. “Tem que encher a banheira com água bem escaldada, bem quente. Depois, então, é só esvaziar tudo e encher novamente com a água que vai usar”, aconselha Carla.

Para a mulher, transar na água pode acabar sendo um tanto quanto complicado por conta das posições. A sexóloga avisa que não é viável que a mulher fique de costas para o homem e incline tronco pra frente, para que haja penetração. “Uma boa posição é quando ela se senta nele, abraça o tronco dele com as pernas. Isso propicia o encaixe perfeito na hora da penetração”, assegura a especialista.

Sobre o C-date

Fundado em 2008, o C-date foi o primeiro site de encontros casuais da Europa. Atualmente, está presente em 35 países e tem mais de 15 milhões de usuários. Todos os dias, mais de 20 mil novos membros – homens e mulheres – se inscrevem no site. O perfil dos usuários é composto por pessoas com idade entre 30 e 55 anos e que procuram viver aventuras sem compromisso, de forma elegante.

 

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